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terça-feira, 21 de junho de 2011

7 dicas perfeitas para superar a separação!!!


1. Evite reavivar lembranças do passado como assistir aos filmes do casal, ir aos mesmos restaurantes, manter suas fotos com ele acessíveis. Pelo menos por um tempo, renove os ares e fuja do que a faz recordar o ex.

2. Saia de casa, faça novos amigos, de preferência com hábitos e gostos diferentes dos seus para que você possa "desligar" do passado por um tempo. E se abrir para o novo. 

3. O mais difícil ao romper um relacionamento é tomar a decisão. Uma vez tomada, invista na sua certeza. Procurar motivos para pensar no ex é dar um passo atrás. E, na vida, é preciso andar pra frente, certo? 

4. Vocês têm amigos em comum e estes falam do ex o tempo inteiro com a maior naturalidade? Não se envergonhe: chame-os para uma conversa franca e peça para que, na sua presença, eles evitem comentários sobre a pessoa. Afinal, ainda dói e você precisa de apoio, não de relatórios. Deixe claro que, se quiser notícias, você pedirá.

5. Você terminou, mas ainda não está pronta para outro relacionamento. Ficar sozinha lhe apavora e, por isso, às vezes pensa em reatar o namoro. Afinal, não era de todo ruim... Não caia nessa. A tendência é olhar pra trás e enxergar só as coisas boas. Faça o seguinte: anote. Escreva com detalhes as situações e sentimentos desgostosos da relação. É bom tê-los à mão para essas recaídas ocasionais. 

6. Evite comparações do novo amor com o velho ex. Se não conseguir, compare só os defeitos (dois defeitos do ex pra cada um do atual). As qualidades, jamais.

7. Se nada der certo e o fantasma do "falecido" teimar e ressuscitar, viaje. Compre uma passagem para bem longe, tire férias, embarque num cruzeiro, suma do mapa. Ajuda bastante a fazer as lembranças também desaparecerem. 


Meninas...nada como um novo amor para esquecer um velho amor!!! 


Fica a dica!!!









sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ainda gosto dele??

Olá meninas!!

Achei muito interessante esta matéria publicada no site Bolsa de Mulher sobre os traumas que a separação causa na gente. Já passei por isso e superei graças a Deus!! Então, vamos à matéria na integra:


Lembranças e associações ao ex 

Parece que tudo conspira para que você se lembre dele, não é? Saiba que não é bem assim. Segundo a terapeuta de relacionamentos Marina Vasconcellos, da PUC-SP, o seu inconsciente é o real responsável por associar tudo com aqueles momentos vividos a dois. "Quando a relação e o final estão bem resolvidos, você não se afeta com as lembranças", diagnostica ela. O psicólogo especializado em relacionamentos e em ansiedade Alexandre Bez complementa: "Algumas pessoas não conseguem se libertar das amarras emocionais do passado. A partir daí, o que aconteceu vira uma fantasia e as pessoas vivem olhando para trás. Assim não dá para tirar o ex da cabeça".

Manter hábitos do relacionamento antigo

Esse é o mais difícil de detectar, segundo Alexandre Bez. O inconsciente age decisivamente para associar o prazer às experiências anteriores, mantendo o vínculo com o passado sem que se perceba. "Sabe aquele seriado que vocês viam juntos? Se, no final do relacionamento, você sente mais obrigação do que vontade em assistir ao programa, isso denota um vínculo afetivo", exemplifica ele.

 Forçar encontros

Ainda pior é quando você passa a frequentar os mesmos lugares e ambientes sociais do ex, como clube e academia, mantendo-se no cotidiano do antigo par. Buscar bares e festas nas quais você sabe que ele pode estar também entra na lista. "Inconscientemente, a pessoa está tentando se manter presente e faz uso de uma série de desculpas psicológicas para fingir que são encontros por conveniência", acrescenta Bez. 

Se incomodar com qualquer notícia do ex. 

Não querer saber mais nada sobre a vida do "falecido", como muitas apelidam o ex, é um direito. Contudo, se a qualquer notícia ou aparição dele algumas emoções são despertadas, a confusão ainda está dentro de você. "Quando tudo está bem resolvido, você não sente mais nada. Se ainda tem alguma coisa que pega, que acende aquela ‘luzinha', é sinal de que algo precisa ser bem assimilado. Ter ciúme e se incomodar quando tocam no nome dele são os maiores exemplos", lista a terapeuta.

Não estar disposta a experimentar. 

Se você acha que a fórmula de relacionamento com o ex deu tão certo que nem quer experimentar outra, o sinal amarelo está ligado. "A pessoa parece não estar aberta a coisas novas, não consegue se empolgar com nada. O gosto muda muito, é dinâmico, mas é muito atrelado ao sentimento", afirma Vasconcellos. E o principal indício aparece entre quatro paredes. "Ela fica inconscientemente pensando que está traindo o outro e isso influencia seu desempenho sexual. Não se solta inteiramente", diz. 

Comparar as atitudes

A comparação é inevitável quando você ainda está muito ligada à tal "fórmula bem-sucedida" da relação terminada, pois ela se torna em um referencial de felicidade. "A pessoa acaba comparando as semelhanças e as diferenças, sempre dando mais peso à diferença, como se contasse contra. Ela, no entanto, deveria começar a experimentar novos gostos e atitudes", aconselha Alexandre Bez. Em casos mais extremos, a busca por um novo parceiro nos moldes do antigo pode levar quase a uma tentativa de clone. "A pessoa busca alguém fisicamente parecida com o ex e passa não apenas a comparar, mas a transferir as características do ex ao atual, já que eles são semelhantes fisicamente", revela. 

Lembrar-se só dos bons momentos

A velha máxima de que "só dá valor quando perde" é o combustível para trazer à tona apenas as boas lembranças. "As atitudes positivas do ex são mais contundentes do que os defeitos", explica Bez. Para Vasconcellos, nessas horas é que deve entrar o apoio dos amigos. "Quando a pessoa termina, ela está sempre pensando sobre a relação e relembrando os momentos bons. Daí a importância de pessoas que estejam fora da situação para lembrá-la dos episódios ruins e impedir uma idealização fantasiosa", conclui a terapeuta.


Então meninas, fica a dica e fujam da fossa néh!!!



quinta-feira, 16 de junho de 2011

Declaração de amor feita pelo amor da minha vida para mim!!!

Olá  meninas!!!


Venho através deste post mostrar a declaração de amor que recebi do meu namorado, que é tudo na minha, meu amigo, companheiro, meu cheiro...meu tudo!!! Podem curtir...eu chorei tanto!!! Vamos ver...??




Em resposta, também vou me declarar claro!!! hihihihi

Vida...o amor da minha vida é você, só com você que passo os melhores momentos da minha vida, só você que me faz feliz intensamente em um minuto. É você que tem uma mágica que me envolve facilmente em teu olhar e que ainda me faz sonhar e começo até a chorar só de pensar que posso te perder em algum momento, em algum lugar...te amo  bebê!!!


Então meninas, viva o amor!!!




domingo, 22 de maio de 2011

O sexo é muito bom ou é a única coisa boa entre vocês?

 Olá meninas!!! 

Estava lendo meus e-mails e vi este assunto sobre relacionamentos da página Somos Todos Um e resolvi ler, porque gosto deste assunto. Resolvi fazer esse post porque já passei por um relacionamento de 4 anos bem difícil e se soubesse dessas coisas antes teria sido mais feliz...mas já passou!!! Então vamos ao assunto!!! 

Por Rosana Braga

Imagino que não reste dúvida de que todo ser humano saudável, felizmente, deseja sentir prazer. E se estamos falando de relações sexuais, essa máxima é mais que válida - é o maior intuito. Estar com quem a gente gosta, por quem sentimos desejo e vontade de compartilhar momentos tão íntimos, contribui para nossa saúde física, emocional e mental.


Porém, o que tem me chamado a atenção, já algum tempo, é que algumas pessoas têm transformado o sexo numa espécie de bóia salva-vidas. E o termo "salvar" é no sentido literal mesmo. Só que embora seja muito bom ser salvo, o que sobra depois deste tipo de "resgate", são sentimentos como tristeza, angústia, sensação de vazio e uma auto-estima profundamente abalada. 

O que quero dizer é que sexo é realmente muito bom, mas é só uma dentre tantas "partes" que compõem um relacionamento. Além de sexo, é preciso que haja parceria, respeito, admiração, confiança, coerência, diálogo, diversão, troca, entre outros detalhes que transformam os encontros entre os amantes em algo criativo, numa ferramenta de amadurecimento e autoconhecimento. 

O que acontece em algumas ditas relações, no entanto, é que o sexo é a única "parte boa" que existe nela. Não existe diálogo, as mentiras correm soltas, a ausência é recorrente, não há confiança nem reciprocidade. Muitas vezes, não existe sequer carinho - a não ser na cama, e olhe lá! 

E o pior é que, em geral - e é isso que mais me chama a atenção - a pessoa que vai levando essa relação, mesmo a despeito de vários alertas de amigos e familiares, costuma argumentar sobre a insistência e a dificuldade de rompimento justamente alegando que o sexo é muito, muito bom. Há quem diga que é per-fei-to. 

Fico me perguntando se pode ser possível, de verdade, de modo autêntico e saudável, uma relação sexual ser tão boa assim se é praticamente o único momento em que há uma nesga de prazer entre duas pessoas. Reles momentos... E o resto? E os corações? E as expectativas? E a amizade, a parceria, a possibilidade de ajuda mútua? E a entrega?

Sim, sei que o sexo pode até ser bom. E provavelmente é mesmo! Na verdade, o que quero dizer é que quando um único quesito passa a ser considerado o arrimo de sustentação de uma relação, esse quesito termina funcionando como um entorpecente, como se fosse uma droga. A pessoa vicia naqueles momentos de prazer e depois, paga um preço algo. Amarga os efeitos colaterais. 

O que sobra, na maioria das vezes, é a sensação de ter sido usado, de ter tido seu sentimento interrompido, desprezado, ignorado. O que sobra é fome de carinho e a esperança, quase desesperada, de que haja um pouco mais desse entorpecente, e logo! Afinal, é a única coisa boa. E, assim, fica fácil ser considerado "perfeito". 

Pois vou dizer o que é um sexo bom, muito bom: é aquele decorrente de outros momentos e outras ocasiões também muito boas. É aquele que acontece como consequência de uma relação em que as duas pessoas podem existir, podem falar, podem reclamar e elogiar, podem ser gente de verdade, com todas as suas características legais e nem tão legais assim.

Sexo muito bom é aquele em que os amantes se olham e se enxergam, não só como a possibilidade de um orgasmo "daqueles", mas, sobretudo, como a chance de exercitar o afeto e se sentir parte - isso, sim, é perfeito! 




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